terça-feira, 26 de maio de 2009

Nove Anos +

Misterioso menino acorda de sua aflição,
As horas passam e não perdoam toda a confusão.
O menino recua como um potro alasão,
De todas as idéias que caem em suas mãos.
Com a mente perturbada, o sono o envolve,
Dorme profundo e não descansa.
A cerração de seus sonhos
o desperta em sua dolorida insatisfação.
Os anos se arrastam,
E o menino não entende a transfiguração.
Com os irmãos um dia se fez olhar,
O quão distante estava de toda aquela agitação.
O Rapagão largou a mão do menino,
Que minguou na escuridão.

Um comentário:

  1. Como são as coisas...ler o seu poema (tão lindo) depois de folhear as páginas dos livros que nasceram das idéias dele, torna tudo isso ainda mais mágico!

    Está linda a composição. Escreva mais, sempre!

    Bjos, Ana

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